HORA CERTA


segunda-feira, 25 de abril de 2011

JOGO DOS 100 ERROS DE PORTUGUÊS

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Projeto prevê punições para estudante que desrespeitar professor


Um projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados prevê punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento nas instituições de ensino. De autoria da deputada Cida Borghetti (PP-PR), a proposta será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família, de Educação e Cultura e de Constituição e Justiça. As informações são da Agência Câmara.

De acordo o projeto de Lei 267/11, em caso de descumprimento das regras escolares, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, será encaminhado à autoridade judiciária competente.

A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante.

Segundo a deputada Cida Borghetti, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, muitas vezes, acabam sem punição.

Fonte: Terra/Educação

quinta-feira, 3 de março de 2011

Empresa sueca revela notebook controlado pelos olhos do usuário


A empresa sueca Tobii, especializada em controle pelo olho, se uniu a Lenovo para desenvolver 20 protótipos de notebooks com Windows 7 que possuem sensores controlados pelos olhos humanos. As máquinas foram apresentadas na feira de informática e tecnologia “CeBIT”, que acontece na Alemanha.

O notebook permite que o usuário mude de janela e percorra documentos apenas ao piscar os olhos. Henrick Eskilsson, CEO da Tobii, disse que os protótipos marcam um passo importante para levar dispositivos controlados pelos olhos aos consumidores.

Segundo o site “Engadget”, que testou o equipamento, o controle pelo olho funciona muito bem, pois o sistema detecta para onde o usuário está olhando com precisão. Conforme o site, o nível de precisão foi testado em um jogo simples em que o usuário deve explodir asteróides antes que eles atinjam a Terra apenas ao olhar para eles.

A empresa prevê colocar as máquinas no mercado em dois anos.

terça-feira, 1 de março de 2011

Utilização de Mapas Conceituais na Educação

São utilizados para auxiliar a ordenação e a seqüenciação hierarquizada dos conteúdos de ensino, de forma a oferecer estímulos adequados ao aluno. Mapas Conceituais podem ser usados como um instrumento que se aplica a diversas áreas do ensino e da aprendizagem escolar, como planejamentos de currículo, sistemas e pesquisas em educação.

A proposta de trabalho dos Mapas Conceituais está baseada na idéia fundamental da Psicologia Cognitiva de Ausubel que estabelece que a aprendizagem ocorre por assimilação de novos conceitos e proposições na estrutura cognitiva do aluno. Novas idéias e informações são aprendidos, na medida em que existem pontos de ancoragem. Aprendizagem implica em modificações na estrutura cognitiva e não apenas em acréscimos. Segundo esta teoria, os seguintes aspectos são relevantes para a aprendizagem significativa:

  • As entradas para a aprendizagem são importantes.
  • Materiais de aprendizagem deverão ser bem organizados.
  • Novas idéias e conceitos devem ser "potencialmente significativos" para o aluno.
  • Fixando novos conceitos nas já existentes estruturas cognitivas do aluno fará com que os novos conceitos sejam relembrados.
Nesta perspectiva parte-se do pressuposto que o indivíduo constrói o seu conhecimento partindo da sua predisposição afetiva e seus acertos individuais. Estes mapas servem para tornar significativa a aprendizagem do aluno, que transforma o conhecimento sistematizado em conteúdo curricular, estabelecendo ligações deste novo conhecimento com os conceitos relevantes que ele já possui.

Mapas conceituais podem ser utilizados como:
Estratégia de estudo
Estratégia de apresentação de itens curriculares
Instrumento para a avaliação de aprendizagem escolar
Pesquisas educacionais

Como uma ferramenta de aprendizagem, o mapa conceitual é útil para o estudante, por exemplo, para:

  • Fazer anotações
  • Resolver problemas
  • Planejar o estudo e/ou a redação de grandes relatórios
  • Preparar-se para avaliações
  • Identificar a integração dos tópicos


Para os professores, os mapas conceituais podem constituir-se em poderosos auxiliares nas suas tarefas rotineiras, tais como:

  • Tornar claro os conceitos difíceis, arranjandos em uma ordem sistemática
  • Auxiliar os professores a manterem-se mais atentos aos conceitos chaves e às relações entre eles
  • Auxiliar os professores a transferir uma imagem geral e clara dos tópicos e suas relações para seus estudantes
  • Reforçar a compreensão e aprendizagem por parte dos alunos
  • Permitir a visualização dos conceitos chave e resumir suas inter-relações
  • Verificar a aprendizagem e identificar conceitos mal compreendidos pelos alunos
  • Auxiliar os professores na avaliação do processo de ensino
  • Possibilitar aos professores avaliar o alcance dos objetivos pelos alunos através da identificação dos conceitos mal entendidos e dos que estão faltando


O importante é:

  • Escolher o tema a ser abordado
  • Definir o objetivo principal a ser perseguido
  • Definir a apresentação dos tópicos, colocando-os numa seqüência hierarquizada com as interligações necessárias
  • Dar conhecimento ao aluno do que se espera quanto ao que ele poderá ser capaz de realizar após a utilização do processo de aprendizagem
  • Permitir sessões de feedback, de modo que ao aluno seja possível rever seus conceitos, e ao professor avaliar o instrumento utilizado, de modo a enfatizar sempre os pontos mais relevantes do assunto, mostrando onde houve erro e promovendo recursos de ajuda

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Papel das Tecnologias Integradas ao Currículo





Devemos lembrar que as tecnologias nos dias atuais tem fundamental importância em nossa vida. Não é necessário que o professor seja especialista nessa área o que ele realmente necessita é ter interesse e vontade de aperfeiçoar seu conhecimento, e quem tem “pouco” conhecimento deve “correr” atrás. Pois é necessário que o professor acompanhe as mudanças nas tecnologias para melhorar ainda mais suas aulas, pois podemos ter certeza que nossos aluno as acompanham. Devemos voltar isso a nosso favor, melhorando nossas aulas para prender mais o interesse do aluno e envolve-lo em nossas aulas.


A Informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. Sua utilização como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vem aumentando de forma rápida entre nós. Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essa nova tecnologia.

Houve época em que era necessário justificar a introdução da Informática na escola. Hoje já existe consenso quanto à sua importância. Entretanto o que vem sendo questionado é da forma com que essa introdução vem ocorrendo.

Experiências têm mostrado que as tecnologias podem trazer contribuições significativas ao desenvolvimento do currículo se houver clareza da intencionalidade pedagógica, isto é, se o uso das tecnologias ocorrer integrado a um projeto curricular que se proponha a desenvolver a capacidade de pensar e aprender com tecnologias. Complicado? Não, se compreendermos que também nós, educadores, estamos aqui aprendendo por meio da integração de tecnologias ao currículo deste curso.

O principal objetivo, defendido hoje, ao adaptar a Informática ao currículo escolar, está na utilização do computador como instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos lecionados, além da função de preparar os alunos para uma sociedade informatizada. As escolas percebendo o potencial da Informática educativa, que, além de promover o contato com o computador, tem como objetivo a utilização dessa ferramenta como instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos lecionados.

Vivemos em um mundo tecnológico, onde a Informática é uma das peças principais. Conceber a Informática como apenas uma ferramenta é ignorar sua atuação em nossas vidas.

Acreditamos que este curso seja entendido como uma aventura de exploração de novos mares e possamos mergulhar fundo em novas aprendizagens e enriquecer as áreas de conhecimento em que atuamos com novas propostas de trabalho, fazendo das tecnologias parceiras no processo de inovação curricular.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

REOGARNIZAÇÃO DO CURRÍCULO POR PROJETOS


Reorganizar o currículo por projetos, em vez das tradicionais disciplinas. Essa é a principal proposta do educador espanhol fernando Hernández.
Doutor em Psicologia e professor de História da Educação Artística e Psicologia da Arte na Universidade de Barcelona. Tem 50 anos e há 20 se dedica a lutar pela inserção dos projetos didáticos na escola. Escreveu Transgressão e Mudança na Educação (Ed. Artmed).
Ele se baseia nas ideias de John Dewey (1859-1952), filósofo e pedagogo norte-americano que defendia a relação da vida com a sociedade, dos meios com os fins e da teoria com a prática. Hernández põe em xeque a forma atual de ensinar. "Comecei a me questionar em 1982, quando uma colega me apresentou a um grupo de docentes", lembra. "Eles não sabiam se os alunos estavam de fato aprendendo. Trabalhei durante cinco anos com os colegas e, para responder a essa inquietação, descobrimos que o melhor jeito é organizar o currículo por projetos didáticos". O modelo propõe que o docente abandone o papel de "transmissor de conteúdos" para se transformar num pesquisador. O aluno, por sua vez, passa de receptor passivo a sujeito do processo. É importante entender que não há um método a seguir, mas uma série de condições a respeitar. O primeiro passo é determinar um assunto - a escolha pode ser feita partindo de uma sugestão do mestre ou da garotada. "Todas as coisas podem ser ensinadas por meio de projetos, basta que se tenha uma dúvida inicial e que se comece a pesquisar e buscar evidências sobre o assunto", diz Hernández.
Hernández alerta que não basta o tema ser "do gosto" dos alunos. Se não despertar a curiosidade por novos conhecimentos, nada feito. "Se fosse esse o caso, ligaríamos a televisão num canal de desenhos animados", explica. Por isso, uma etapa importante é a de levantamento de dúvidas e definição de objetivos de aprendizagem. O projeto avança à medida que as perguntas são respondidas e o ideal é fazer anotações para comparar erros e acertos - isso vale para alunos e professores porque facilita a tomada de decisões. Todo o trabalho deve estar alicerçado nos conteúdos pré-definidos pela escola e pode (ou não) ser interdisciplinar. Antes, defina os problemas a resolver. Depois, escolha a(s) disciplinas(s). Nunca o inverso.
É importante frisar que há muitas maneiras de garantir a aprendizagem. Os projetos são apenas uma delas. "É bom e é necessário que os estudantes tenham aulas expositivas, participem de seminários, trabalhem em grupos e individualmente, ou seja, estudem em diferentes situações", explica Hernández. Para Hernándes a organização do currículo deve ser feita por projetos de trabalho, com atuação conjunta de alunos e professores. As diferentes fases e atividades que compõem um projeto ajudam os estudantes a desenvolver a consciência sobre o próprio processo de aprendizagem, porém todo projeto precisa estar relacionado aos conteúdos para não perder o taco. Além disso, é fundamental estabelecer limites e metas para a conclusão dos trabalhos.